Por parroyo

Após quatro altas consecutivas, o Ibovespa opera mais um dia no azul, com os investidores à espera da confirmação da nova chapa do PSB - encabeçada por Marina Silva, com Beto Albuquerque como vice. Por volta das 13h, o principal índice da Bovespa subia 0,46%, aos 58.715 pontos. A probabilidade maior de segundo turno e o aumento da possibilidade de derrota da presidente Dilma Roussefff – com base na última pesquisa do Datafolha - eleva o ânimo do mercado, que considera exagerada a intervenção do governo nas empresas estatais e aposta que uma mudança de gestão melhore o desempenho da economia.

Tal percepção reflete de maneira positiva nos papéis da Petrobras. A ação preferencial da estatal, que subia 1,77% por volta das 13h, acumula ganhos de 32,7% no ano. À frente dos ganhos, Natura ON tinha alta de 3,39%. Na outra ponta, MMX ON caía 4,72%. Na terça-feira, o papel da mineradora despencou mais de 10% em meio a rumores sobre um possível pedido de recuperação judicial. Entretanto, a informação foi desmentida pela companhia.

Na agenda, a prévia de inflação do mês de agosto, o IPCA-15, variou 0,14%, em linha com a expectativa dos analistas, e menor que a taxa de julho, de 0,17%. O indicador acumula alta de 6,49% em 12 meses, patamar ligeiramente abaixo do teto da meta, de 6,5%.

Nos Estados Unidos, as bolsas operam em direções opostas em meio à expectativa pela ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que será conhecida às 15h. O mercado busca pistas sobre a data do aumento da taxa de juros, que deve ocorrer em meados do ano que vem. Por volta das 13h, o Dow Jones subia 0,19%, o S&P tinha alta 0,10% e o Nasdaq tinha leve queda de 0,01%.

No mercado de câmbio, o dólar subia 0,22%, cotado a R$ 2,255 na venda.

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