Por parroyo

A bolsa paulista fechou em alta nesta quinta-feira, após sessão volátil ajudada pelo quadro positivo dos pregões no exterior, enquanto Banco do Brasil exerceu pressão negativa após o resultado do primeiro trimestre desagradar investidores.

O Ibovespa encerrou com acréscimo de 0,5%, aos 56.656 pontos, após recuar 0,47% no pior momento e avançar 0,97% na máxima da sessão. O volume financeiro alcançou R$ 6,5 bilhões.

Wall Street experimentou um dia de fortes ganhos, com o S&P 500 fechando em nível recorde, amparado nas perspectivas favoráveis paras as vendas de multinacionais norte-americanas diante da debilidade do dólar.

Destaques

Bradesco e Itaú fecharam em alta de 2,43% e 0,98%, respectivamente, recuperando-se de perdas em pregões recentes e endossando a trajetória positiva na Bovespa dado o forte peso dos papéis no índice.

Banco do Brasil caiu 3,85%, apesar do lucro excepcionalmente forte no primeiro trimestre, que não foi suficiente para amenizar temores do mercado com a qualidade da carteira e a baixa rentabilidade do banco.

Petrobras encerrou em queda, após ganhos na primeira etapa, de sessão com relatório do UBS elevando os preços-alvos das ações. A deterioração acompanhou a fala da presidente Dilma Rousseff ressaltando manutenção de política de conteúdo local e modelo de partilha.

Vale fechou em baixa ao redor de 1%, mas longe da mínima do dia, quando ajudou a colocar o Ibovespa no vermelho. Dados nesta quinta-feira mostraram que a produção de minério de ferro da China caiu 15,9% em abril, para 104,1 milhões de toneladas.

Dólar

O dólar fechou em queda de mais de 1 por cento nesta quinta-feira, abaixo de 3 reais, reagindo à recente leva de números mais fracos que o esperado sobre a atividade e a inflação nos Estados Unidos, que reduziram o temor de uma elevação em breve dos juros na maior economia do mundo.

A moeda norte-americana recuou 1,51%, cotado a R4 2,992 na venda. 

Você pode gostar