Museus correm para salvar obras da água na França

Louvre e Orsay não abriram para remanejar acervo subterrâneo

Por O Dia

Rio - Os museus do Louvre e de Orsay, em Paris, mudaram de lugar obras de arte armazenadas em depósitos subterrâneos para evitar possíveis danos por inundação do Rio Sena. As chuvas torrenciais já mataram duas pessoas e obrigaram milhares a deixar suas casas. Dezenas de escolas fecharam no sul parisiense. Marca da cidade, os barcos ‘bateaux mouches’ sofriam com a inundação, que desde o início da semana já interditou diversas marginais.

“Para os museus, mesmo que, felizmente, não tenha ocorrido nenhuma inundação nos depósitos até hoje, existe um processo automático (quando as águas sobem) acima de 5,50 metros para retirar as peças dos depósitos mais baixos para outros mais alto”, disse o vice-prefeito Bruno Julliard.

Avenidas marginais do Sena cobertas pela água perto da Torre Eiffel e o Louvre fechado para remanejamento de obras%3A transtorno com chuvasEfe

O auge da cheia do Sena estava previsto para a noite de ontem, a 6,50 metros de altura — marca que não era vista desde 1982. O rio atingiu o recorde de 8,6 metros em 1910, quando milhares de parisienses tiveram que fugir das áreas mais baixas.

O presidente francês, François Hollande, disse que o gabinete decretará “desastre natural” na semana que vem, liberando recursos para as áreas afetadas.

BAIXA VAI DEMORAR

A ministra do Meio Ambiente, Ségolène Royal, afirmou que as águas das enchentes podem demorar várias semanas para retroceder. “O que será ainda mais doloroso para as famílias que perderam seus lares, para os donos de empresas que perderam seus negócios, para os funcionários que ficarão impossibilitados de ir trabalhar é que o recuo da água será muito lento.”

Em Evry-Gregy-sur-Yerre, ao sul de Paris, um homem montado a cavalo se afogou na quinta-feira, tornando-se a segunda fatalidade resultante das inundações. O jornal Le Parisien relatou que o homem de 74 anos tentava atravessar um campo alagado.

Com EFE e Reuters

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Rio - Os museus do Louvre e de Orsay, em Paris, mudaram de lugar obras de arte armazenadas em depósitos subterrâneos para evitar possíveis danos por inundação do Rio Sena. As chuvas torrenciais já mataram duas pessoas e obrigaram milhares a deixar suas casas. Dezenas de escolas fecharam no sul parisiense. Marca da cidade, os barcos ‘bateaux mouches’ sofriam com a inundação, que desde o início da semana já interditou diversas marginais.

“Para os museus, mesmo que, felizmente, não tenha ocorrido nenhuma inundação nos depósitos até hoje, existe um processo automático (quando as águas sobem) acima de 5,50 metros para retirar as peças dos depósitos mais baixos para outros mais alto”, disse o vice-prefeito Bruno Julliard.

Avenidas marginais do Sena cobertas pela água perto da Torre Eiffel e o Louvre fechado para remanejamento de obras%3A transtorno com chuvasEfe

O auge da cheia do Sena estava previsto para a noite de ontem, a 6,50 metros de altura — marca que não era vista desde 1982. O rio atingiu o recorde de 8,6 metros em 1910, quando milhares de parisienses tiveram que fugir das áreas mais baixas.

O presidente francês, François Hollande, disse que o gabinete decretará “desastre natural” na semana que vem, liberando recursos para as áreas afetadas.

BAIXA VAI DEMORAR

A ministra do Meio Ambiente, Ségolène Royal, afirmou que as águas das enchentes podem demorar várias semanas para retroceder. “O que será ainda mais doloroso para as famílias que perderam seus lares, para os donos de empresas que perderam seus negócios, para os funcionários que ficarão impossibilitados de ir trabalhar é que o recuo da água será muito lento.”

Em Evry-Gregy-sur-Yerre, ao sul de Paris, um homem montado a cavalo se afogou na quinta-feira, tornando-se a segunda fatalidade resultante das inundações. O jornal Le Parisien relatou que o homem de 74 anos tentava atravessar um campo alagado.

Com EFE e Reuters

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