Pai de autor do massacre em Orlando não acredita que filho fosse gay

Boatos começaram após alguns frequentadores da 'Pulse' terem falado que viram Mateen em outras noites no local

Por O Dia

Estados Unidos - Mir Seddique Mateen, pai do autor do massacre de Orlando, afirmou que conhecia seu filho e não acredita que o mesmo fosse homossexual, além de ressaltar que não o perdoa pelo o que fez na boate Pulse de Orlando, na Flórida.

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Omar Mateen abriu fogo em boate gay Reprodução Facebook

O canal "Univision" esteve nesta terça-feira na casa do pai de Omar Seddique Mateen, que recebeu os jornalistas diante da imóvel há horas, situado em Port St. Lucie, a 200 quilômetros de Orlando. Antes de entrarem na na casa, os jornalistas viram sair da garagem um automóvel em cujo interior havia, além do motorista, uma pessoa que tampava o rosto com uma peça de roupa.

O pai do jovem de 29 anos que matou 49 pessoas e feriu outras 53 no domingo na boate Pulse, não quis dizer se a pessoa que deixou o local era a viúva de seu filho e mãe de seu neto, que está colaborando com a polícia nas investigações do massacre.

"Duvido", respondeu quando foi questionado se Mateen tinha tendências homossexuais, como foi ventilado em razão dos testemunhos de alguns frequentadores da boate Pulse. O pai afirmou também que não sabia nada sobre o fato de seu filho planejar um atentado e que soubesse, teria impedido. O pai também pediu perdão às vítimas e familiares das mesmas.

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