Menina israelense morre esfaqueada por palestino enquanto dormia

Mãe está inconformada com o ataque. Terrorista foi identificado como jovem de 19 anos e morreu baleado por guardas

Por O Dia

Israel - Uma adolescente israelense morreu após ser esfaqueada nesta quinta-feira por um palestino em uma colônia da Cisjordânia ocupada. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. "Depois de se infiltrar na comunidade de Kiryat Arba, o terrorista entrou em uma casa e matou a adolescente em seu quarto", afirmou o exército em um comunicado.

Alel Yafa Ariel, de 13 anos, foi esfaqueada várias vezes enquanto dormia em sua cama. Após o ataque, ela foi levada em estado crítico a um hospital de Jerusalém, mas morreu pouco depois, afirmaram o exército e os meios de comunicação israelenses.

Enquanto dormia em casa%2C menina israelense foi assassinada a facadas por terrorista palestino em uma colônia da CisjordâniaReprodução Internet

O porta-voz do exército divulgou uma fotografia do quarto, que a adolescente dividia com suas irmãs de 4 e 10 anos, com o colchão e o chão cobertos de sangue.

"Minha filha dormia tranquilamente, calma, feliz, quando um terrorista veio e a assassinou", declarou a mãe da vítima, Rina Ariel, aos meios de comunicação israelenses.

O ministério da Saúde palestino identificou o autor do ataque, que morreu baleado pelos guardas da colônia, como Mohamad Naser Tarayra, um jovem de 19 anos de Bani Naim, um povoado palestino próximo a Hebron.

Antes de ser morto, o palestino também feriu com a faca um dos guardas da colônia.

Os Territórios Palestinos, Jerusalém e Israel, vivem uma onda de violência desde 1º de outubro, que deixou um saldo de 211 palestinos e 32 israelenses mortos, segundo um balanço da AFP.

A maioria dos palestinos mortos eram autores ou supostos autores de ataques, muitos deles cometidos com facas e de maneira individual, enquanto outros com armas de fogo ou lançando carros contra pessoas.

Muitos dos ataques ocorreram na colônia de Kiryat Arba e na cidade vizinha de Hebron, onde vivem centenas de colonos judeus, além de mais de 200 mil palestinos.

Neste mês, foi registrado um dos piores atentados, quando palestinos armados mataram quatro pessoas em Tel Aviv. Os dois criminosos foram detidos.

Em uma visita a Israel e aos territórios palestinos nesta semana, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou a recente onda de ataques, classificando-os de terrorismo.

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