Coreia do Norte é 'grande problema' e será tratado de forma incisiva, diz Trump

Estes foram os primeiros comentários do presidente americano sobre o tema, desde o lançamento de um míssil balístico da Coreia no final de semana

Por O Dia

Estados Unidos - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a Coreia do Norte é um "problema muito, muito grande" durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca com o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e afirmou que a questão será tratada de maneira "muito forte".

Estes foram os primeiros comentários de Trump sobre o tema, desde que o governo da Coreia do Norte realizou o lançamento de um míssil balístico no final de semana. O secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, condenou o ato nesta segunda-feira e o Pentágono declarou que o lançamento do míssil representa uma "ameaça clara e grave".

O presidente norte-americano ainda afirmou que os cidadãos estão "muito felizes" com as medidas que o governo tomou para a segurança, como o decreto que proíbe a entrada de pessoas de sete países com maioria muçulmana.

"Temos problemas de segurança nos EUA que as pessoas não fazem ideia de quão sérios são", declarou o republicano. "As portas estão sempre abertas para quem ama nosso país, mas para os outros estará fechada. Não queremos que os EUA tenham os problemas que estamos vendo em outros países", disse, reiterando suas promessas de manter um controle imigratório mais rígido.

Questionado se acredita que as fronteiras da América do Norte estão seguras, já que o Canadá tem uma política imigratória diferente, tendo recebido, segundo Trudeau, cerca de 45 mil refugiados sírios em 2016, Trump disse que "nunca dá para ter certeza" que a fronteira está totalmente segura, mas que a relação com o Canadá será tão boa ou melhor do que foi em outros governos norte-americanos.

Já Trudeau reiterou que o Canadá leva a segurança nacional muito à sério e que os EUA estão cientes disso. "Nossos países tem um objetivo muito similar, que é criar sociedades livres e seguras. A segurança e a imigração precisam trabalhar muito bem juntas", disse.

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