Por monica.lima

Com espaços cada vez menores para o estoque de produtos, recorrer a empresas de self storage para armazenagem tem sido o caminho de empresas — principalmente as pequenas e médias, que não possuem centros de distribuição ou galpões — e também de pessoas físicas que pagam um aluguel mensal pelo uso de um espaço dimensionado de acordo com as suas necessidades e constantemente monitorado.

Paulo Roberto (dir.)%2C dono da Meu Box Rio%2C empresa de self storage criada há quatro meses e seu cliente%2C Cosme TeixeiraAndré Mourão / Agência O Dia

Self storage é a atividade caracterizada pela locação de unidades autônomas (box) para a guarda e a organização de qualquer tipo de bem (móveis, objetos, documentos, estoques, coleções, etc.). Criado nos anos 60, nos Estados Unidos, o mercado de self storage ainda é pequeno no Brasil. São 145 áreas, de responsabilidade de empresas como a Guarda-Tudo SP, Inbox Guarda-Tudo, Kipit, LocalBox, Minidocks Guarda-Tudo, Pronto Espaço, Rent a Box, Storage Guarda Tudo, Guarde Aqui e Brasil Storage. Juntas, elas representam cerca de 50 % do mercado brasileiro, segundo a Associação Brasileira de Self Storage (Asbrass). “O mercado brasileiro movimenta hoje cerca de R$ 210 milhões ao ano. E a cidade de São Paulo corresponde a 38% de toda a área de armazenagem ofertada no país, que é de 306 mil metros quadrados. O Rio responde por 9% e o que notamos é que há muito espaço para crescer. Em cidades a partir de 150 mil habitantes é possível montar um self storage. E para quem é pequeno e médio empresário, o custo, de R$ 70 o metro quadrado, em média, é bastante acessível”, afirma Flavio Del Soldato Jr, presidente da Asbrass.

O empresário Cosme Henrique Abreu Teixeira, sócio da Huberg do Brasil, trocou um galpão que tinha na Baixada Fluminense por espaços na recém inaugurada empresa Meu Box in Rio, em Jacarepaguá. “Trabalhamos com peças para o setor de óleo e gás, como reguladores e válvulas. Uso o espaço para armazenar os produtos e ainda trabalho no local, que fica mais perto de onde moro. Com isso, monitoro tudo e acompanho a coleta das encomendas pelas transportadoras. Com a vantagem de ser um ambiente protegido e monitorado”, diz ele.

Dono da Meu Box Rio, Paulo Roberto diz que a maioria de seus clientes são pequenas e médias empresas. “Abri o espaço há quatro meses no terreno onde já funciona a minha gráfica, e atualmente tenho 50 boxes ocupados. É um mercado promissor e que ainda precisa ser melhor divulgado. Mas tem tudo para crescer, já que tanto empresas como pessoas físicas necessitam de espaços seguros para armazenagem. As residências estão encolhendo também”, afirma ele.

A Klacon Engenharia comprou a Guarde Perto, criada há três anos, e tem planos de expansão para próximos dois anos. A primeira unidade da Guarde Perto, com 1.600m2, já em operação em Botafogo, será ampliada em 30% até julho.

Em setembro será inaugurado outro galpão em São Cristóvão e, antes do fim do ano, um terceiro, no Centro. Rodolfo Delgado, CEO da empresa, diz que a escolha dos locais para expansão da Guarde Perto privilegia as regiões da cidade de fácil acesso, com maior densidade demográfica e maior nível de renda.

Minimercados com produtos L’Occitane

A L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira do Grupo L’Occitane, escolheu o modelo de quiosques para expandir as operações da marca por aqui. Os espaços trazem conceito do designer Marcelo Rosenbaum, inspirado nos mercados municipais e feiras de rua, e são chamados de minimercados.

Geneal lança Carretino Vintage

A Geneal está vendendo agora seu tradicional cachorro-quente em carrinhos que lembram aqueles dos tempos da vovó. Um modelo do Carretino Vintage está no segundo piso do Fashion Mall, no Rio. Todo em madeira e com cobertura colorida, traz uma novidade do cardápio: o cachorro-quente integral, uma versão mais light do clássico.

Gestão financeira durante o café

Especialistas em finanças vão discutir, no próximo dia 30, na Associação Brasileira de Franchising Rio de Janeiro (ABF Rio), os aspectos da gestão financeira no franchising e geração de valor para franqueador e franqueado, no encontro mensal “Café com Franquia”. O evento é gratuito para associados e custa R$ 50 para demais participantes.

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