Está aberta a temporada de visita dos pinguins

com a temperatura mais fria, eles costumam aparecer nas praias do Sul e do Sudeste

Por O Dia

Niterói - Qem nunca foi cafona que atire o primeiro pinguim de galadeira. Ícone nos anos 60, era raro uma casa que não tinha um. Décadas depois, ele foi subistituído pelos ímãs. E se hoje eles já não são unanimidade nos lares brasileiros, o mesmo não acontece no nosso litoral: eles estão sempre dando um rolé por aqui. 

Quem explica é a veterinária Paula Baldassin, da BW Consultoria Veterinária. É que nessa época do ano, com a temperatura mais fria aqui, eles costumam aparecer nas praias do Sul e do Sudeste.

Parte dos pinguins migratórios acaba morrendo Reprodução Internet

A espécie que dá o ar da graça por aqui é o pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus). Deixo claro que, apesar do mesmo sobrenome, não somos parentes.

Eles são oriundos do Chile, Argentina e Uuguai e não vivem no gelo. A busca por alimentos no mar também pode motivar a visita.

A maioria das aves chega muito magra e deblitada. A falta de comida, devido à pesca predatória que acaba com os alimentos dos animais marinhos, e o lixo ingerido por eles pelo caminho são algumas das causas que os levam à morte. Elas foram descobertas durante a pesquisa de Paula, que começou a estudar a espécie em 2006 para sua tese de doutorado.

O trabalho foi concluído ano passado. Ela analisou apenas as aves mortas da colônia de reprodução no Chile. O objetivo era avaliar a ação de poluentes orgânicos na espécie.

Paula é ainda consultora do Projeto de Monitoramento de Praias das Bacias de Campos, no Norte Fluminense, e do Espírito Santos, áreas com a maior concentração de petróleo do país. Segundo o oceanógrafo Bruno Berger, integrante do projeto em 2013 apareceram 2,5 mil pinguins por aqui. Ano passado eles não vieram. Esse ano, chegou um. Os vivos são levados e reabilitados em Vitória, no Espírito Santo, e devolvidos à natureza.

E como não vivem no gelo, se achar um não o coloque dentro de um isopor com gelo. Procure ajuda de um profissional para salva-lo.

TIRE SUA DÚVIDA

Patrick Innecco, Itaipu: Minha cachorra está prenha. Preciso fazer ultrassonografia?

Flávia C. R. do Nascimento, veterinária: O ultra sempre deve ser feito. A primeira 30 dias após a cópula e outra aos 58 dias de gestação para estimar data do parto. O exame mostra a quantidade de filhotes, e o acompanhamento do veterinário durante o parto garante a saúde da família.

O Valente tem 10 mesesDivulgação

ME LEVA?!

Sou o Valente, de 10 meses. Estou castrado, não tenho FIV e nem Felv, já fui vacinado com a quíntupla e agora só quero um lar: floraaymara@gmail.com

BOA AÇÃO

Eu vou doar ração é o tema da campanha para arrecadar alimentos para cães e gatos organizada pela protetora de Niterói Ana Sacramento. A ação acontece no próximo sábado, das 9h às 19h, no supermercado Freeport, na Estrada Francisco da Cruz Nunes 6.870, em Piratininga. O que for conseguido será distribuído a 10 protetores da Região Oceânica. Atenção: a campanha não aceita dinheiro, apenas ração.

DENTRO DA LEI

Essa é para donos de pet shops e estabelecimentos comerciais. O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)prorrogou até o dia 18 de julho o prazo para vocês se adequarem à Resolução 1069/2014 que trata da exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais, entre outras determinações. A partir dessa data os fiscais vão multar quem estiver descumprindo a lei. O pedido de prorrogação do prazo foi do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio (CRMV-RJ). Informações: fiscalização@crmvrj.org.br

O pingente prateado custa R%24 28%2C90Divulgação

PATINHAS FOFAS 

Olhem que fofos esses pingentes de patinhas da Flor de Prata! Com ele, dá para ‘carregar seu pet’ bem juntinho a você aonde você for. Eles estão disponíveis nos tamanhos mini e grande e em dourado e prateado. O grande dourado custa R$ 31,50 e o prateado, R$ 28,90. Já o mini dourado sai por R$ 24 e o mini prateado, R$ 22. Na flordeprata.com.br

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