Mercedes-Benz da década de 1950 é vendido por R$ 67 milhões

Modelo W196 F1, do piloto argentino Juan Manuel Fangio, bate recorde de venda em leilões

Por O Dia

Rio - Colecionadores parecem dispostos a pagar o que for para adquirir um carro histórico. Quando um destes é oferecido em um leilão, tais veículos facilmente são disputados por algumas dezenas de milhões de dólares.

Mercedes W196 F1%3A Arrematado por mais de US%24 29 milhõesDivulgação


Digno desse respeito, o Mercedes-Benz W196 F1, que foi para as pistas na mão do famoso piloto Juan Manuel Fangio na década de 1950, foi arrematado no último fim de semana por impressionantes US$ 29.650.095 (cerca de R$ 67 milhões) no Festival de Velocidade de Goodwood, no Reino Unido. O argentino ganhou nove das 12 corridas disputadas com o modelo, que deixou de ser utilizado há pelo menos 58 anos.

O W196 trouxe na sua época muita tecnologia para as pistas de corrida. O modelo contava com inovações como suspensão independente, injeção de combustível, chassi reforçado, freios internos, entre outros. Com motor de oito cilindros em linha, Fangio venceu os GP da Alemanha e Suíça em 1954.

Como de costume nesses eventos, o comprador da raridade não se identificou no momento do arremate, mas é o responsável por quebrar três recordes: o carro mais caro vendido em um leilão, o Mercedes-Benz mais caro da história da marca e o modelo F1 também vendido pelo maior preço.

O ‘flecha-de-prata’ bateu o valor arrecadado na venda da Ferrari 250 Testa Rossa, vendida em um leilão em Pebble Beach (EUA) por US$ 16,4 milhões (R$ 36,5 milhões), em 2011. É importante destacar que o Mercedes de Fangio é o carro mais caro vendido em um leilão, mas não o vendido pelo preço mais caro. Este título pertence a uma Ferrari 250 GTO 1962, cor verde, que detém o recorde do veículo mais caro da história, vendido por US$ 35 milhões (cerca de R$ 77,8 milhões).

Modelo quebra recorde do veículo mais caro vendido em um leilãoDivulgação


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