São Paulo - O prefeito Fernando Haddad se pronunciou na manhã desta sexta-feira, após os protestos que ocorreram em São Paulo, em que mais de 200 pessoas foram detidas e outra dezenas feridas. O petista voltou a afirmar que não irá diminuir o reajuste na tafira de ônibus e que a Polícia Militar foi truculenta assim como os manifestantes foram violentos.
"A Policia Militar é do estado, mas eu vou me pronunciar. A PM segue protocolo, e quando é obedecido as coisas caminham bem. No início, a ação me parecia adequadas, mas parece que esse protocolos não foram levados em comsideração", disse, em entrevista na Globo News. "A população respeita a liberdade de expressão, mas não compactua com a violência e é a favor da civiliadde. Vemos as mais diversas manifestações e tudo acontece na mais normalidade".
Haddad diz que abriu as portas da prefeitura para um dialogo, mas afirmou que os manifestantes não quiserem diálogo, depois eles protocolaram uma audiência e foi negociado não fazer vandalismo, o que para ele não ocorreu. Segundo o prefeito, os manifestantes não estão entendendo que o aumento da tarifa em São Paulo foi o menor.
"Tivemos um reajuste abaixo da inflação. Nenuhum prefeito comemora um aumento de tafira, há um constrangimento. Mas explorar alternativas todos os prefeitos estão interresados. Estamos investindo para a tafira não aumentar", disse. "Tivemos o menor aumento de tarifa de onibus. Há desinformação por parte do movimento e uma certa impaciencia para sentar e discutir a questão".
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin disse nesta quinta-feira que as manifestações foram feitas por um "movimento politico, pequeno e muito violento". Já o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso disse que o ato "é legítimo fazer protesto, não é ligítimo fazer violência".