Por julia.amin

Bras√≠lia ‚Äď O ministro Marco Aur√©lio, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira adiar o julgamento do fazendeiro Norberto M√Ęnica, acusado de ser um dos mandantes do assassinato de tr√™s auditores fiscais e de um motorista do Minist√©rio do Trabalho. O crime ocorreu em 28 de janeiro de 2004, na cidade de Una√≠ (MG), e ficou conhecido como Chacina de Una√≠. O julgamento estava previsto para ocorrer na ter√ßa-feira, em Belo Horizonte.

Marco Aur√©lio decidiu adiar o j√ļri at√© que o plen√°rio do Supremo analise um pedido feito pela defesa de M√Ęnica para transferir o julgamento para a Justi√ßa Federal em Una√≠, onde o crime ocorreu. ‚ÄúDeve-se aguardar o crivo do colegiado. Havendo designa√ß√£o do J√ļri para o dia de amanh√£, √†s 9h, imp√Ķe-se deferir a medida acauteladora, evitando-se, quem sabe, atividade judici√°ria in√ļtil‚ÄĚ, disse o ministro.

No dia 31 de agosto, a Justiça Federal de Belo Horizonte condenou três réus acusados de participação no assassinato. Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rocha Rios e William Gomes de Miranda foram condenados por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha. A maior pena foi para Rios: 94 anos de reclusão em regime fechado.

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