Por helio.almeida

São Paulo - A onda de violência entre criminosos da facção que age dentro e fora dos presídios e policiais militares, entre maio e dezembro de 2012, resultou em 370 mortes. É o que apontou levantamento da Defensoria Pública de São Paulo. O número representa 10% do total das vítimas assassinadas no período em diferentes crimes.

Das 370 pessoas assassinadas%2C 320 eram civis e 50 agentes das forças de segurança estadual e municipaisReprodução Internet

De acordo com análise do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos do órgão, das 370 pessoas assassinadas, 320 eram civis e 50, agentes das forças de segurança estadual e municipais, que são policiais militares, policiais civis, agentes penitenciários e guardas-civis.

Ainda segundo a entidade, 126 dos mortos não foram identificados em 2012. A vítima mais jovem foi uma criança de 1 ano e sete meses e a mais velha, um idoso de 83 anos que havia servido na PM. Parentes de mortos por PMs e familiares dos agentes mortos estão entrando com processos judiciais para que o Estado pague algum benefício a elas.

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