Por julia.amin

São Paulo - Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, o menino Joaquim foi morto dentro de casa. O responsável por investigar a morte da criança, também afirmou nesta terça-feira que acredita que a mãe e o padrasto estejam envolvidos no caso.

Corpo de Joaquim Ponte foi encontrado no Rio Pardo Reprodução

"É possível afirmar que o crime aconteceu dentro de casa", disse o delegado. Ele também anunciou que já tem provas suficientes para incriminar os culpados. Nathália Ponte e Guilherme Longo, mãe e padrasto do menino, estão presos há 23 dias. Eles são os maiores suspeitos pela morte Joaquim, cujo corpo foi encontrada no Rio Pardo em Barretos dias após seu desaparecimento.

A espera do resultado dos testes toxicológicos, o delegado acredita que o inquérito será encerrado na próxima semana. Ainda falta também o relatório das ligações feitas por Nathália e Guilherme, que deverá ser entregue à Polícia Civil. Outros laudos já apontaram que o menino não foi agredido e que não havia água nos pulmões da criança. Isso significa que João não morreu por afogamento.

O prazo de prisão temporária expedida pela Justiça vence na próxima terça-feira. O delegado afirmou, no entanto, que pensa em pedir que essa data seja prorrogada.

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