Por joyce.caetano
Natália Ponte, mãe do menino JoaquimReprodução Internet

São Paulo - O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu, na tarde desta terça-feira, um habeas corpus para Natália Mingone Ponte, a mãe de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que foi encontrado morto em um rio em após cinco dias desaparecido em Ribeirão Preto. Natália está detida desde o dia 10 de novembro, quando o corpo foi encontrado, e tinha tido sua prisão prorrogada por 30 dias na segunda, pela juíza Isabela Cristina Alonso dos Santos Bezerra, da 2ª Vara do Júri e das Execuções Criminais de Ribeirão Preto.

A medida foi anulada, em caráter liminar, pelo desembargador Péricles Piza, da 1ª Câmara de Direito Criminal. O juiz justificou que Natália é ré primária e não tem antecedentes criminais. Além disso, argumentou que ela tem outro filho menor, um bebê de quatro meses, “que presumivelmente necessita de seus cuidados”.

O caso

Joaquim desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 do mês passado, mas seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, no dia 10. A linha de investigação policial aponta o padrasto Guilherme Longo como principal suspeito pela morte de Joaquim.

Para isso, segundo a polícia, teria aplicado uma dose excessiva de insulina no garoto e depois jogado o corpo na água. Longo nega qualquer envolvimento no caso, assim como Natália.

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