Por leonardo.rocha

Rio - A Procuradoria Geral da República, que havia afirmado não ver problemas em que gays se relacionem nos quarteis brasileiros, voltou atrás e enviou documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) dizendo que é favorável à regra do Código Penal Militar, de 1969, que pune militares que se relacionem intimamente no quartel.

Tropas do Exército BrasileiroFotos%3A Severino Silva / Agência O Dia


Em setembro de 2013, a então a procuradora-geral da República Helenita Acioli, pediu que a regra fosse derrubada, mas no entendimento do novo procurador-geral Rodrigo Janot, a norma não fere a Constituição.

Janot afirma não ter nada contra homossexuais, mas não concorda com nenhuma espécie de ato libidinosos em instalações militares.

No texto anterior enviado ao Supremo, Acioli disse que não via problemas que homens se relacionassem nos quarteis desde que não estivesse em serviço. Ela disse ainda que privar o ser humano é "um atentado à busca pela felicidade".

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