Por thiago.antunes

Três Passos (Rio Grande do Sul) - Uma multidão, calculada em mil pessoas pela Brigada Militar do Rio Grande do Sul, fez uma procissão na noite de domingo até a casa do médico Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo e acusado de ser cúmplice de sua morte. O protesto aconteceu ao término da missa na igreja Matriz de Três Passos, em Três Passos.

Bernardo morreu com uma injeção letal, que teria sido aplicada pela assistente social Edelvânia Wirganovicz a mando da madrasta do menino, Graciele Ugulini. A missa, na igreja onde o menino era coroinha, foi tomada por forte emoção. Centenas de pessoas tiveram de assistir ao culto do lado de fora da catedral devido à superlotação. Muitos vestiam camisetas com a foto do rosto de Bernardo.

Indignada, a multidão seguiu até a casa do médico, que sábado perdeu o cargo de diretor-técnico do Hospital de Caridade de Três Passos e deve ser demitido. O local já estava tomado por centenas de cartazes ofensivos ao pai, à madrasta e à assistente-social.

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