Por tamara.coimbra

São Paulo - O Sindicato dos Metroviários de São Paulo aprovou, em assembleia realizada nesta terça-feira, a realização de uma greve no próximo dia 5 de junho. Cerca de dois mil trabalhadores estiveram na reunião, de acordo com a organização.

A greve foi confirmada após o Metrô rejeitar a orientação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), feita nesta segunda, para aumentar em 9,5% o salário dos trabalhadores do sindicato, que representa funcionários das linhas 1, 2, 3 e 5 da capital paulista. No entanto, está marcada para o dia 4 de junho, véspera da paralisação, uma reunião de conciliação na Justiça do Trabalho que pode impedir a greve.

A categoria reivindica reajuste de 35,47%, sendo 7,95% referentes à reposição da inflação e 25,5% de aumento real por produtividade. A empresa ofereceu, até o momento, reajuste de 5,2%.

Mais de 4 milhões de pessoas usam o transporte na cidade de São Paulo diariamente. Das seis linhas do Metrô, apenas uma não deve parar: a Linha 4- Amarela, que liga a Estação da Luz, na região central, ao Butantã, na zona oeste, concedida ao setor privado.

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