Por felipe.martins

Brasília - Ao receber ontem, das mãos do presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter, a Taça da Copa do Mundo, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu otimismo em relação ao sucesso do torneio e conclamou todos os que participarem a fazer da disputa uma grande manifestação contra o preconceito. Animada, ela ergueu a Taça com ajuda do ex-jogador Cafu, capitão do time campeão em 2002, e foi aplaudida por Blatter e pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

A presidenta garantiu que o clima no país será de tranquilidade durante a Copa e que os serviços de segurança do país vão permitir a brasileiros e estrangeiros aproveitar os jogos e as belezas do Brasil. “Estamos preparados para oferecer ao mundo um maravilhoso espetáculo, acrescido da alegria, do respeito e da gentileza característicos do povo brasileiro”, disse Dilma.

Aplaudidos por Joseph Blatter e por Aldo Rebelo%2C o ex-jogador Cafu e a presidenta Dilma erguem a TaçaAgência Brasil

Joseph Blatter afinou o discurso com o da presidenta brasileira e disse estar certo que a 20ª Copa do Mundo vai reforçar a luta contra a discriminação e o racismo. “Aproveito a oportunidade para repetir minha esperança de que durante este tempo pelo menos as atividades beligerantes no mundo cessem, e que o futebol seja uma forma de unir pessoas”, afirmou, lembrando que uma mensagem do Papa Francisco sobre o assunto será lida na abertura da Copa.

Antes da apresentação oficial, no Palácio do Planalto, o troféu percorreu, a apartir de 22 de abril, as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal. Foi a primeira vez que a taça passou por todas as capitais do país-sede.

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