Por felipe.martins

São Paulo - A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo classificou como “erro de comunicação” o incidente em que, no jogo de abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, levou um atirador de elite da Polícia Civil a pedir autorização para atirar num homem armado perto da tribuna onde estava a presidenta Dilma Rousseff. No local estavam também o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, como divulgado ontem pela Folha de S. Paulo. Segundo a secretaria, o homem armado era um policial, e a confusão foi rapidamente esclarecida.

A comentar o caso, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que a situação foi “corriqueira” e em nenhum momento houve risco para as autoridades. “Quem entende de segurança pública sabe que há situações que, tiradas de seu contexto, parecem ter uma dimensão muito maior do que realmente têm”, afirmou.

A mesma avaliação foi apresentada pelo ministro Esporte, Aldo Rebelo. No Maracanã, ao lado do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, durante a apresentação do balanço da primeira fase da Copa, Rebelo disse que em momento nenhum houve risco para as autoridades. “Um atirador flagrou alguém com uma arma e um colete da polícia. Pediu autorização para alvejar o suspeito. A autorização foi negada e a pessoa foi identificada”.

 

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