Prostituta afirma que esquartejou motorista porque era torturada por ele

Marlene teve ajuda de duas outras prostitutas que trabalhavam com ela numa casa de prostituição

Por O Dia

São Paulo - A prostituta Marlene Gomes, de 56 anos, confessou à Polícia Civil de São Paulo que matou e esquartejou o motorista Álvaro Pedroso, de 55, de quem era amante. Segundo ela, o crime foi praticado porque ele a submetia a sessões de tortura.

Marlene teve ajuda de duas outras prostitutas, Francisca Aurilene da Silva, de 34, e Márcia de Oliveira, de 32, que trabalhavam com ela numa casa de prostituição num prédio do Centro de São Paulo. As três estão presas.

No depoimento, Marlene contou que era amante de Pedroso há cinco anos e não suportava mais ser submetida a torturas físicas e sexuais. Por isso, pediu ajuda das amigas para matá-lo. Elas, então, embebedaram o motorista e o mataram com golpes na cabeça.

Em seguida, Marlene esquartejou o corpo com uma faca de cozinha. As pontas dos dedos e os órgãos genitais foram jogados em uma lata de lixo comum; o tronco, o braço e as pernas deixadas perto do Cemitério da Consolação e a cabeça, na Praça da Sé, no Centro.

Pedroso foi identificado graças à reconstituição facial feita a partir da cabeça. Teste de DNA confirmou sua identidade.

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