Por nara.boechat

Rio - Um gol de placa para a balança comercial. É assim que micro e pequenas empresas das 12 cidades-sede da Copa do Mundo estão avaliando o faturamento de R$ 500 milhões que devem obter até o fim do evento. Os números são de 43.910 empreendimentos que, visando obter mais lucro no período da Copa, participam de um programa de capacitação promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) desde 2011. O cálculo foi feito em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“A gente tinha uma expectativa de que seria meio bilhão de reais. Passamos a cifra nesta semana. Essa batalha está ganha para os pequenos negócios”, comentou o diretor-presidente do Sebrae, Luiz Barretto, em coletiva de imprensa ontem, no Forte de Copacabana.

Construção civil, turismo e serviços foram as áreas que mais se destacaram. Mas setores da economia criativa, tecnologia da informação e comunicação também foram bem-sucedidas. De acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a Copa contribui com uma injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira no total. As pequenas empresas, segundo o Sebrae, tem importante contribuição nesse número. A projeção da Fipe tem como base a Copa das Confederações, que injetou R$ 9,7 bilhões na economia. Para a Copa, é esperado o triplo desse valor.

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