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Em entrevista, Dilma Rousseff afirma que manterá número de ministérios

'Cortar ministério é lorota', disse a presidenta

Por nicolas.satriano
Publicado 06/11/2014 20:57 | Atualizado 06/11/2014 21:33

Brasília - Em entrevista na tarde desta quinta-feira, a presidenta da República eleita, Dilma Rousseff, afirmou a repórteres de principais veículos brasileiros que manterá o mesmo número de ministérios e voltou a dizer que o novo ministro da Fazendo só será anunciado depois da reunião de cúpula do G20, que ocorre em 15 e 16 de novembro, na Austrália. "Essa história de cortar ministério é lorota", completou a presidente.

Além disso, Dilma também declarou que governo fará o "dever de casa" quanto aos gastos. A presidente falou em corte de despesas e redução de contas. Segundo ela, a equipe irá "olhar todas as contas com lupa". "Minha visão de corte de gastos não é similar àquela maluca de choque de gestão", enfatizou Dilma.

Questionada sobre a operação Lava-Jato, que investiga casos de corrupção na Petrobras, Dilma defendeu que episódio dá abertura para que a impunidade seja combatida. Como dizia desde que as investigações na estatal iniciaram, ainda no período eleitoral, a presidente repetiu que não engavetará nada e não pressionará as insituições para que elas paralisem as buscas. "Quero todos os responsáveis punidos", afirmou.

Dilma também caracterizou de "fundamental" a separação dos poderes, bem como a indepedência dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. "Nós avançamos muito, somos exemplo de uma grande democracia", considerou a presidente. Retomando o tema eleições, na avaliação da presidente "o eleitor não é de ninguém", e chamou de "visão ultrapassada e patrimonialista" aqueles que pensem ser donos do voto. Ela aproveitou, ainda, para repetir mensagem à oposição, do candidato derrotado Aécio Neves: "É necessário saber perder e saber ganhar".

Curiosamente, a presidente disse "não representar o PT", quando indagada sobre resolução do Partido dos Trabalhadores que caracterizava a campanha tucana como "racista e machista". Segundo ela, "a opinião é a opinião do partido" e limitou-se a dizer que atua como representante do país, da Presidência da República.

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