Novo partido, PL será aliado de Dilma

Após fusão com PSD, legenda pretende atrair 30 deputados

Por O Dia

Rio - A iniciativa de refundar o PL e obter o registro no TSE já no mês que vem ganhou força com a entrada do PSD na base aliada do governo federal e com a chegada de Gilberto Kassab, presidente do partido, ao Ministério das Cidades. A meta é atrair aproximadamente 30 deputados federais e três ou quatro senadores com mandatos oriundos de outras legendas.

Os remanescentes do PL, inconformados com a fusão com o Prona em 2006, vinham recolhendo assinaturas desde 2007, mas foi a entrada de Kassab na campanha da presidenta Dilma que colocou a refundação do partido na ordem do dia.

O presidente nacional do PL, o ex-deputado goiano Cleovan Siqueira Amorim, admite que a vontade de Kassab deu novas forças ao processo, que já tem recolhidas 400 mil assinaturas, todas cartoriadas diz ele. “Serão 500 mil assinaturas até o final de janeiro”.

O presidente nacional do PL diz que vem conversando com Kassab e que a fusão só depende dos rumos e da efetivação ou não de uma reforma política. Questionado sobre o fato de parlamentares da oposição serem alguns dos entusiastas do surgimento do PL, Cleovan Amorim garante que a nova sigla será de centro e pertencerá à base aliada.

“Não temos o que esconder. Kassab não pediu ministério no primeiro governo de Dilma, mas agora ele participa, e é com ele que estaremos”, afirma Amorim.

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