Caso Joaquim: Justiça nega habeas corpus para acusado de matar enteado

Homem continuará preso na Penitenciária de Tremembé. Mãe e padrasto são acusados da morte de Joaquim Ponte

Por O Dia

São Paulo - A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou por unanimidade o recurso de habeas corpus feito pela defesa do técnico de informática Guilherme Raymo Longo, acusado de matar o enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em novembro de 2013.

O pedido já havia sido negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e pelo relator no STJ, o ministro Gurgel de Faria. Com a decisão, o técnico continuará preso na Penitenciária de Tremembé (SP), onde se encontra desde 11 de novembro.

Padrasto e mãe são acusados da morte de Joaquim PonteReprodução

Relembre o caso

O menino Joaquim foi encontrado morto no Rio Pardo, em Barretos (SP), no dia 10 de novembro de 2013, cinco dias após ser registrado o seu desaparecimento em Ribeirão Preto, onde morava com a mãe e o padrasto.

Leia mais: Polícia prende mãe e padrasto após corpo ser encontrado

A Justiça aceitou denúncia do Ministério Público contra os dois, que vão responder por homicídio triplamente qualificado. Natália Mingoni Ponte, mãe de Joaquim, foi colocada em liberdade por habeas corpus concedido em janeiro de 2014.

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