Professores de São Paulo decidem manter greve e saem em passeata

Entre reivindicações está o aumento salarial, conversão de bônus em reajuste e reabertura de classes fechadas

Por O Dia

São Paulo - Professores da rede estadual decidiram manter a greve, iniciada há dois meses, durante assembleia na Avenida Paulista na tarde desta sexta-feira. A principal reivindicação deles é de aumento salarial de 75,33%. Os professores devem seguir agora em passeata pela avenida 23 de maio.

Além do aumento salarial, os docentes também pedem conversão de bônus em reajuste, nova forma de contratação de professores temporários, reabertura de classes fechadas, garantia de até 25 alunos por sala de aula, aumento do vale refeição e transporte, entre outras pautas.

Professores de São Paulo decidem manter greve e se concentram na vão do Masp antes de passeataTaba Benedicto / Agência O Dia

Até o momento, a categoria se reuniu apenas duas vezes com representantes do governo. Segundo a Apeoesp (sindicato que representa os professores), não foram apresentadas propostas. O governo diz em nota que a data-base do aumento será em julho “e o percentual de ampliação dos vencimentos será definido após análise do cenário econômico e da arrecadação registrada no semestre".

A pasta diz ainda que o índice de absenteísmo da categoria foi de 5% na última semana, “o que mostra que a grande maioria dos docentes permanece comprometida”, garante o governo.

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