Ameaça de bomba barra chegada da Marcha da Maconha ao Planalto

Aos gritos de 'Dilma Rousseff, libera o beck', manifestantes não conseguiram chegar ao Palácio. Não havia nenhum explosivo

Por O Dia

Brasília - Os manifestantes que querem a legalização da maconha não puderam se aproximar do Palácio do Planalto, em Brasília, na tarde desta quarta-feira, já que as vias continuam interditadas devido a operação para desfazer a suspeita de bomba em frente à sede do executivo.

O grupo, que estava próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF), fez um apelo para a presidente Dilma Rousseff. Aos gritos, os manifestantes diziam: "Dilma Rousseff, legaliza o beck". A Marcha da Maconha se concentrou nesta tarde em frente ao STF, que fica a cerca de 250 metros do Palácio do Planalto.

Homens do Bope da PM do DF foram mobilizados para a remoção das mochilas%3B área foi interditada pela polícia Marcel Frota/iG Brasília

Policiais militares fizeram um cerco ao Planalto enquanto um grupo de especialistas em explosivos da PM monitorava com robôs as três mochilas que foram deixadas em frente ao Palácio. As bolsas já foram arrastadas e submetidas ao raio-x móvel. Segundo o comandante da operação, Eduardo Matos, foram encontrados objetos de higiene pessoal, roupas, livros e eletrônicos..

Para descartá-las, a polícia usou os robôs para espalhar as mochilas no meio da pista da avenida em frente ao Palácio. Eles também utilizam cães farejadores para desconsiderar totalmente a possibilidade de bomba.

A presidente Dilma Rousseff continua dentro do Palácio do Planalto sem interromper as atividades previstas na agenda. Um integrante da Secretaria Geral da Presidência da República acompanha o trabalho da polícia do lado de fora do prédio.

*Reportagem Luciana Lima

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