Por victor.duarte

Paraná - O governador do Paraná, Carlos Alberto Richa, se tornou réu em uma ação civil ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Paraná em que é acusado de improbidade administrativa por não ter impedido o excesso de policiais militares em protesto de professores realizado em abril em frente à Assembleia Legislativa Paranaense.

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Governador Beto Richa é acusado de ser responsável pela violência contra professoresDivulgação

Na ocasião, mais de 200 pessoas, a maioria professores, ficaram feridas após tentarem romper o perímetro de segurança que a PM havia traçado em torno da Assembleia Legislativa no dia da votação do projeto de lei que alteraria a previdência estadual dos servidores públicos do Paraná. Policiais agiram contra os docentes, que estavam acampados havia dois dias no local, com bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e jatos de água.

Além de Richa – a quem a PM do Estado é subordinado –, são réus o ex-secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Fernando Destito Francischini, e o ex-comandante da Polícia Militar, César Vinícius Kogut. Também são requeridos na ação o ex-subcomandante da PM Nerino Mariano de Brito, o coronel Arildo Luís Dias e o tenente-coronel Hudson Leôncio Teixeira.

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