Mãe não estava no apartamento quando menino caiu do 26º andar

Câmera de segurança desmente hipótese de que ele tenha sido atirado da janela

Por O Dia

Menino morreu após cair do 26º andar de um prédio em São PauloReprodução Internet

São Paulo - A polícia descarta, até o momento, que o menino Gustavo Storto, de 5 anos, tenha sido jogado do apartamento na madrugada desta quinta-feira, em Taboão da Serra. As imagens da câmera de segurança mostram que a mãe não estava no local no momento do acidente.

Segundo a polícia, a criança estava sozinha em casa quando se levantou da cama onde dormia, colocou os tênis e foi à janela do banheiro. Ele teria escalado duas cadeiras, apoiadas uma sobre a outra, e depois abriu a janela. Ele caiu do 26º andar do edifício onde vivia com a mãe, a farmacêutica Juliana Souza Storto, de 33 anos.

Nas imagens, Juliana aparece saindo do prédio por volta das às 23h desta quarta-feira e voltando apenas uma hora depois. Ela havia ido buscar o namorado, de 27 anos, na estação de trem na avenida Luísa Carlos Berrini, na região do Brooklin. A mãe de Gustavo contou aos policiais uma história que está de acordo com as gravações, segundo os agentes. 

A mãe pode ser indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e abandono de incapaz. Policiais acreditam que é provável a absolvição, na lógica de que a dor da perda do filho é equivalente à pena.

As câmeras também registraram o momento em que Juliana chegou no início da noite em casa com a criança, que ficava na casa da avó materna. Os policiais acreditam que o menino tenha acordado e percebeu que estava sozinho, então teria arrumado um jeito de sair de casa à procura dos responsáveis

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