PF investiga irregularidades na campanha do governador de Minas

A operação Acrônimo, deflagrada na manhã desta quinta-feira, cumpre 40 mandados de busca e apreensão em MG,SP e DF

Por O Dia

Brasília - A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a terceira fase da Operação Acrônimo, que investiga uma suposto esquema de lavagem de dinheiro e irregularidades na campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Segundo a PF, os agentes estão cumprindo 40 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal.

As investigações da Operação Acrônimo começaram em outubro de 2014, quando agentes federais apreenderam R$ 113 mil em uma aeronave que chegava ao Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek. Na época, a PF informou que tinha como foco o combate a uma “organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos”.

Entre os presos estava Benedito de Oliveira Neto, conhecido como Bené e dono da Gráfica Brasil. Naquele ano, atuou na campanha do então candidato e atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, que negou ser “objeto de investigação no processo”. Ainda naquela etapa da investigação, o delegado Dennis Kali, então responsável pela operação, confirmou que o governador petista não era mesmo alvo da investigação.

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