Por bferreira

Rio - O Ministério do Planejamento anunciou ontem que o corte nas despesas do Orçamento da União deste ano afetará a contratação de novos servidores públicos. O governo pretende economizar até R$2,5 bilhões com a medida. Miriam Belchior, ministra da pasta, informou que serão abertos apenas os concursos considerados “essenciais” para o governo.

Ela explicou que o ministério não gastará ao restringir ingressos de novos candidatos no serviço público, mas que seleções que estiverem em andamento, devem continuar normalmente.

Com isso, vão ficar de fora da agenda os concursos para delegado de Polícia Federal, as nomeações do Ministério da Fazenda e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). No entanto, os editais para ampliar a rede de campi de universidades e do ensino técnico e “toda área de combate a desastres naturais” serão mantidos.

Os ajustes são feitos para reduzir o custeio administrativo e preservar os projetos prioritários do governo, entre eles o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ‘Minha Casa Minha Vida’ e as principais áreas sociais. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também estipulou cortes nas despesas correntes de todos os órgãos.

Você pode gostar