Gilberto Braga: Verão, elevadas temperaturas e altos preços

Enfim, é verão, recesso de trabalho, garotada de férias e, principalmente, muito sol, calor, praia e diversão.

Por O Dia

Rio - Enfim, é verão, recesso de trabalho, garotada de férias e, principalmente, muito sol, calor, praia e diversão. É a estação mais festejada. Hora também de aumento de preços de tudo que é associado à estação mais quente. Alguns chamam isso de “inflação de verão”, e pode ser constatada nos novos valores da água de coco, no biscoito de polvilho, no picolé, no aluguel de barracas e cadeiras de praia, no chope gelado, etc.

Uma das razões para o reajuste é o aumento da demanda, como preconiza a teoria econômica em uma de suas máximas, a famosa Lei da “Oferta e da Procura”. Se tem muita gente querendo comprar, logo o preço aumenta para se ajustar ao grande interesse dos consumidores.

Se você acordou cedo e suou para conseguir chegar na praia, duelou com o “vizinho” para encontrar um pedacinho de areia e fincar a sua barraca, não vai ficar regulando o preço do sorvete vendido pelo ambulante, por exemplo. Se a variação fosse pouca, ainda daria para aceitar, mas há lugares em que um picolé de fruta está custando R$8. Um verdadeiro abuso. Como você está “confinado” na praia, tem duas opções: ou paga caro, ou não toma sorvete.

As diferenças de poder aquisitivo também interferem. Uma latinha de cerveja custa R$5 na Zona Sul ou na Barra. Já no Piscinão de Ramos o latão sai a R$4. Um pacote de biscoito de polvilho no engarrafamento da Lagoa-Barra custa até R$ 8. Já na Linha Amarela ainda se pode comprar 3 por R$12.

Por isso tudo, para economizar no verão e se proteger da inflação, o melhor ainda é comprar tudo o que for precisar para a sua praia antes, e levar de casa.

Professor de Finanças

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