Por thiago.antunes
Publicado 11/01/2014 00:19

Rio - Na próxima semana a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve autorizar cerca de 1.500 novos voos domésticos, ampliando as opções de viagens entre as cidades que sediarão os jogos da Copa, entre junho e julho. Turistas poderão perceber uma onda de novos voos disponíveis e uma possível trégua na alta dos preços.

A indústria doméstica de aviação, a terceira maior do mundo, está sob pressão como uma das potenciais causadoras de constrangimentos na competição internacional. Isso porque os preços dispararam conforme cresceu a procura pelas rotas domésticas, desde que a Fifa sorteou, em dezembro, onde as 32 equipes jogarão a fase de classificação.

Para tentar contrabalançar a oferta, as operadoras aéreas solicitaram voos extras e devem pressionar ainda mais o órgão regulador. Especialistas afirmam que os aeroportos já estavam no limite muito antes do Mundial ser anunciado para o Brasil.

Em Cuiabá (MT), com meio milhão de habitantes, as rotas propostas devem impulsionar o tráfego aéreo em 48% durante a competição. Ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann reconheceu nesta semana que a cidade pode precisar de um terminal de lona se a obra no terminal aéreo não for concluída em maio. A pressão é tanta que o governo cogita antecipar a entrega do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, ao consórcio Odebrecht-Cingapura, que venceu a licitação ano passado.

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