Por helio.almeida

Rio - Patrões e empregados não chegaram a um acordo. Os vigilantes de diversas cidades do Rio irão continuar a greve desencadeada pela categoria. Agora, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) tem 24 horas para tentar um acordo ou decidir sobre o futuro da paralisação que dura mais de um mês.

A categoria reivindica 10% de reajuste salarial, 30% de adicional de risco de vida e periculosidade, aumento do vale-refeição para R$ 20, diária de R$ 180 para os vigilantes que trabalharem na Copa do Mundo com carteira assinada, além de redução da jornada de trabalho, plano de saúde e avanços nas cláusulas sociais.

"O sindicato das empresas não quis negociar neste ano, e agiu de maneira irresponsável com o acordo salarial. Eles desrespeitaram a categoria, desrespeitaram a Justiça do Trabalho, além de desrespeitarem a sociedade", disse nesta terça-feira o o vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, Antônio Carlos de Oliveira.

O Sindicato das Empresas de Seguraça Privada (Sindesp-RJ) informou, em nota, que já foi assinado acordo com 50% dos sindicatos dos vigilantes do estado do Rio, com aumento de 8% no salário, 30% no tíquete-refeição e regulamentação da lei de eventos. A nota assegura que as empresas vão pagar em maio o reajuste para todos os vigilantes, retroativo a março.

Taxa do Enem

Termina nesta quarta-feira o prazo para o pagamento da inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Caso o não seja possível pagar nas agências do Banco do Brasil, responsáveis pelo recolhimento, o pagamento da taxa pode ser feito nas unidades do Banco Postal dos Correios. Sem o comprovante o estudante, que não é isento, fica impedido de participar das provas nos dias 8 e 9 de novembro.

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