Greve no Estado e Município: Impasse mantido na Educação

Em assembleia que contou com a participação de 700 servidores da Educação, os profissionais das redes estadual e municipal decidiram manter a greve por tempo indeterminado

Por O Dia

Rio - Em assembleia que contou com a participação de 700 servidores da Educação, os profissionais das redes estadual e municipal de ensino decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Nova assembleia está marcada para o próximo dia 13, um dia após a mobilização completar um mês.

Integrante da coordenação do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), Alex Trentino esclareceu que não ficou acordado na audiência de conciliação, no Tribunal de Justiça do Rio, que a direção iria se empenhar para que a classe suspendesse a greve.

O dirigente sindical explicou que, na verdade, a orientação de retornar às atividades partiu da presidente do TJ-RJ, desembargadora Leila Mariano.

“A coordenação não tem o poder de determinar o fim da greve, a decisão é tomada em assembleia. Não é uma imposição do comando”, explicou Alex Trentino.

Os professores também aprovaram calendário de atividades para os próximos dias. Na segunda-feira, a categoria participa do ato pela Educação, com concentração na Candelária às 10 horas. No dia 11, será a vez da “Campanha eu vou doar meu sangue pela Educação”, em local a ser definido. E no dia 12, os docentes voltam à Candelária em ato unificado com todas as classes em greve, às 10h.

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