Por bferreira

Rio - Com a privatização do Aeroporto Internacional do Galeão, os funcionários que trabalhavam nas áreas de operações, manutenção e administrativas, entre outras, estão sendo transferidos para os demais aeroportos estatais do Rio de Janeiro. Isto é, o Santos Dumont, no Centro da cidade; o de Jacarepaguá, na Zona Oeste; e os de Macaé e Campos, na Região Norte Fluminense.

O problema, segundo funcionários, que são do regime celetista (ou seja, com estabilidade, mas de acordo com as normas da CLT), é que não há espaço físico para os profissionais alocados nos novos locais de trabalho. Além disso, falta clareza com relação às medidas que a Infraero adotará para resolver a situação, o que gera um sentimento de apreensão entre os funcionários.

Segundo uma fonte da coluna, só o Santos Dumont já recebeu cerca de 350 novos trabalhadores, com a expectativa de chegarem outros mais. “Tem trabalho, mas falta recurso. Não tem máquina para todo mundo, não tem mesa”, informou a fonte.

As incertezas são muitas. “Escuta-se nos corredores que algumas gerências vão acabar. Também dizem que vão transferir a área administrativa para outro prédio, mas ninguém diz quando ou onde Há um plano de demissão voluntária que desliga da empresa cerca de 15 funcionários por mês. Mas se sobrar gente para ser realocada pode ser necessário fazer transferências para outros estados. O maior incômodo é a falta de informação”, disse a fonte.

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