Feirão de conciliação ajuda a começar o ano no azul

Evento que ocorre quinta e sexta-feira terá 28 empresas para negociar dívidas de consumidores que estão com nome no sujo

Por O Dia

Rio - Para ajudar os consumidores do Rio que desejam começar o ano com o nome limpo, o Procon Carioca promove quinta e sexta-feira mais um Feirão de Conciliação. Vão participar do evento 28 empresas dos ramos de telefonia, varejo, comércio eletrônico, TV por assinatura e concessionárias de serviços públicos. O atendimento será das 10h às 16h, na Praça Saens Peña, na Tijuca, Zona Norte.

Segundo a secretária municipal de Defesa do Consumidor e coordenadora do Procon Carioca, Solange Amaral, uma equipe de conciliadores do órgão vai mediar as negociações e fechar acordos com base nos direitos dos consumidores.

De acordo com o Procon Carioca, o feirão é uma oportunidade para solucionar situações referentes à renegociação de dívidas, cobrança indevida, produtos com defeitos, atrasos, extravios, danos na entrega, desistência de compras, segunda via de contas, entre outros casos.

Os interessados devem levar identidade, CPF, comprovante de residência e a conta ou o carnê referente à reclamação ou solicitação para negociar a pendência. Nos últimos dois anos, o evento já atendeu a cerca de 15 mil consumidores em outras edições promovidas em locais como Parque Madureira, Vila Isabel, Méier, Jacarepaguá e Copacabana. Cerca de 80% dos casos foram resolvidos na hora.

NATAL SEM IRREGULARIDADES

Já o Procon-RJ, autuou nesta terça 34 lojas em um shopping na Zona Oeste do Rio por irregularidades. A operação Ho! Ho! Ho! teve como objetivo verificar a qualidade dos produtos vendidos e se os estabelecimentos estão agindo de acordo com os artigos do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A ideia é evitar irregularidades às vésperas do Natal.

Segundo o Procon-RJ, das lojas autuadas, 28 ainda não possuíam livro de reclamações instituído pela Lei Estadual 6.613/13. Os fiscais também constataram em 21 estabelecimentos que não havia preços nas peças expostas nas vitrines, em manequins ou nas prateleiras e araras, fato que contraia as normas do CDC.

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