Ato pelo Comperj pedirá ação da Petrobras

Manifestação em frente ao prédio da estatal vai denunciar atraso de salários

Por O Dia

Rio - Trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) promovem, nesta quinta-feira, manifestação em frente ao prédio da Petrobras, na Avenida Chile 65, no Centro do Rio. Marcado para as 8h, o ato é contra as demissões de 4 mil funcionários, somente na última semana. Os manifestantes reivindicam que a estatal assuma a responsabilidade da situação de 2,5 mil operários da Alumini Engenharia que estão há 18 dias sem receber salário.

O protesto é organizado pela direção do Sindicato dos Trabalhadores Empregados nas Empresas de Manutenção e Montagem Industrial do Município de Itaboraí (Sintramon). A iniciativa contará com o apoio de centrais sindicais e de movimentos sociais.</CW>

O Comperj voltou as atividades na última segunda-feira após 12 dias de paralisação. Durante o período, manifestações de operários da Alumini bloquearam acessos de ônibus que levavam o restante dos trabalhadores ao complexo. No entanto, os manifestantes deram uma trégua e pararam com os protestos depois que o juiz André Figueira, da Vara do Trabalho de Itaboraí, entrou nas negociações.

GREVE DOS AERONAUTAS

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que durante a paralisação de aeronautas e aeroviários, prevista para hoje, 80% dos trabalhadores devem permanecer em atividade . A informação foi divulgada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e também pelo site do tribunal.

Com a falta de acordo, os funcionários decidiram cruzar os braços por uma hora entre 6h e 7h. O TST estabeleceu multa diária de R$ 100 mil caso a determinação não seja cumprida. Os trabalhadores pedem aumento de 8,5% nos salários e benefícios, além de melhores condições de trabalho e do estabelecimento de um piso salarial para os agentes que fazem check-in. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) oferece reajuste de 6,5% para os salários e aumento de 8% para alguns benefícios.{TEXT}

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