Por felipe.martins

Rio - Errei. Semana passada disse aqui que a Netflix demorava muito para liberar login e senha para os novos assinantes. Não é assim. Ela libera essas informações na mesma hora da inscrição. Mas o problema não era bem esse. Era que o acesso aos filmes, propriamente dito, leva até duas semanas, como no caso da leitora que escreveu para esta coluna. Fica claro que é bem estranho esse sistema de pagamento, que deveria ser tão eficiente quanto o canal de streaming. Afinal, se o cartão de crédito aceitou o pagamento, por que demorar para liberar o acesso?

Por falar em atendimento ao cliente, eis aqui um bom exemplo. Foi com o Alexandre Rodrigues, que vive em Porto Alegre e teve problemas com o Kindle, o leitor digital da Amazon:

“Meu Kindle, modelo básico, estragou do nada. Estava na garantia, então entrei em contato com a Amazon esperando o sofrimento costumeiro de lidar com empresas. Havia (no site) um formulário de contato e VINTE SEGUNDOS depois recebi ligação da Amazon. Para abreviar: em dez minutos, o funcionário (...) acertou o envio de um aparelho novo, me orientando a jogar o outro fora (...). Ontem, chegou o Kindle novo. A Amazon mandou um Paperwhite, que custa mais do que o dobro do Kindle estragado.”

Ou seja: ainda temos muito a aprender no trato com o consumidor. Que, no fim das contas, é quem paga os nossos salários...

BEM NA FOTO

A Samsung acaba de lançar uma linha de smartphones de primeira. São os Galaxy A3, A5 e A7, com preços variando entre R$ 1.199 e R$ 2.099. É mais um bom incentivo a você largar de vez os iPhones, que já deram o que tinham que dar.

A câmera frontal do novo Galaxy, que geralmente é mais fraca que a principal, tem agora nada menos que 5MP, o que é mais do que suficiente para fazer ampliações de bom tamanho — se é que alguém ainda amplia fotos.

Como ela trabalha com uma grande abertura, acaba ficando sob medida, portanto, para quem gosta de panorâmicas e, mais especialmente, de tirar uma selfie atrás da outra, como a leitora Bianca Lobianco, entre milhões de pessoas mundo afora.

A propósito, me chamou atenção o estudo sobre selfie encomendado pela Samsung à consultoria Antennas Business Insight, que é focada no mercado de mobilidade. A pesquisa mostrou que essa aparente febre de exibicionismo deveria ser levada mais a sério pelas empresas e pelos marqueteiros. Não foi à toa que ‘selfie’ foi considerada ‘a palavra de 2013’ pelo dicionário ‘Oxford’. Desde então, vimos até o Barack Obama e outras estrelas mundo afora fazendo graça com selfie...

Um dado interessante descoberto pela pesquisa, por exemplo, é que 51% dos entrevistados só usam o celular para fazer selfies. Estranho? Claro que não, considerando que 75,85% do nosso mercado ainda é de contas pré-pagas, como informou a Anatel semana passada. Isso significa uso bem limitado para as chamadas de voz, mas intenso para o compartilhamento de ‘conteúdo próprio’ nas redes sociais, sobretudo em ambientes com wi-fi.

Também achei interessante saber que o brasileiro troca de celular, em média, a cada 13 meses. Ou seja, gostamos muito de aparelhos celulares, porque é um tempo de vida útil muito curto para tanta grana investida. Essa alta rotatividade é boa para quem vende celulares e smartphones, claro, mas talvez não seja sustentável a longo prazo. Até porque, pelo que dizem, uma crise se avizinha.

* * * * * *
A Cisco divulgou ontem um estudo dizendo que, do tráfego internet total (fixo e móvel) em 2014, 56% foram via wi-fi, 40% por rede cabeada e 3% via móvel.


A Samsung acaba de lançar uma linha de smartphones de primeira. São os Galaxy A3, A5 e A7, com preços variando entre R$ 1.199 e R$ 2.099. É mais um bom incentivo a você largar de vez os iPhones, que já deram o que tinham que dar.

A câmera frontal do novo Galaxy, que geralmente é mais fraca que a principal, tem agora nada menos que 5MP, o que é mais do que suficiente para fazer ampliações de bom tamanho — se é que alguém ainda amplia fotos.

Como ela trabalha com uma grande abertura, acaba ficando sob medida, portanto, para quem gosta de panorâmicas e, mais especialmente, de tirar uma selfie atrás da outra, como a leitora Bianca Lobianco, entre milhões de pessoas mundo afora.

A propósito, me chamou atenção o estudo sobre selfie encomendado pela Samsung à consultoria Antennas Business Insight, que é focada no mercado de mobilidade. A pesquisa mostrou que essa aparente febre de exibicionismo deveria ser levada mais a sério pelas empresas e pelos marqueteiros. Não foi à toa que ‘selfie’ foi considerada ‘a palavra de 2013’ pelo dicionário ‘Oxford’. Desde então, vimos até o Barack Obama e outras estrelas mundo afora fazendo graça com selfie...

Um dado interessante descoberto pela pesquisa, por exemplo, é que 51% dos entrevistados só usam o celular para fazer selfies. Estranho? Claro que não, considerando que 75,85% do nosso mercado ainda é de contas pré-pagas, como informou a Anatel semana passada. Isso significa uso bem limitado para as chamadas de voz, mas intenso para o compartilhamento de ‘conteúdo próprio’ nas redes sociais, sobretudo em ambientes com wi-fi.

Também achei interessante saber que o brasileiro troca de celular, em média, a cada 13 meses. Ou seja, gostamos muito de aparelhos celulares, porque é um tempo de vida útil muito curto para tanta grana investida. Essa alta rotatividade é boa para quem vende celulares e smartphones, claro, mas talvez não seja sustentável a longo prazo. Até porque, pelo que dizem, uma crise se avizinha.

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A Cisco divulgou ontem um estudo dizendo que, do tráfego internet total (fixo e móvel) em 2014, 56% foram via wi-fi, 40% por rede cabeada e 3% via móvel.

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