Por felipe.martins

Rio - A alta na energia elétrica e nos alimentos pressionou o IPCA-15, que ficou em 1,24% em março, conforme dados do IBGE. O índice, que é considerado uma prévia da inflação oficial, desacelerou na comparação com fevereiro, quando fechou em 1,33%. Em março de 2014, o percentual foi 0,73%. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 7,90%, a maior desde maio de 2005.


A revisão extraordinária concedida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a 58 distribuidoras foi o fator que mais impactou na elevação dos preços. Individualmente, este item respondeu por 0,35 ponto percentual na composição do índice, com um aumento de 10,91%.

Os alimentos também pressionaram a inflação, com alta de 1,22%. A variação atingiu vários produtos relevantes na mesa dos brasileiros, como a cebola, (19,07%), tomate (13,04%), ovos (12,01%) e as hortaliças (7,62%). Também influenciaram o índice aumentos em seguros de veículos, (3,01%), produtos de higiene pessoal (2,17%), ônibus intermunicipal (1,82%) e ônibus urbano (1,39%).

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