Por tamara.coimbra

Argentina - A Argentina vive nesta terça-feira uma greve geral que afeta o transporte público — trens, metrô e ônibus — caminhões, aviões e barcos, a cinco meses das eleições gerais no país. As classes exigem aumento salarial e estão sob apoio sindical de oposição.

Por causa da greve, a companhia aérea TAM cancelou voos entre o Brasil e a Argentina, com saídas de São Paulo. A Gol também cancelou os serviços e pelo menos 15 voos foram cancelados, a maioria com partida do Aeropoto de Cumbica, em Guarulhos, e de Buenos Aires.

Os grevistas ameaçam também, entre outras coisas, parar com a coleta de lixo e a entrega de combustíveis. Entidades de esquerda convocaram a ação, que deve durar 24 horas.

A greve é a quinta desde que Cristina Kirchner assumiu a presidência, em 2007, e a segunda em dois meses. A presidente definiu como limite 27% do reajuste anual, com exceção de setores cuja rentabilidade é alta, como bancos.

Há cinco centrais operárias na Argentina, apesar de a maioria dos 7 milhões de sindicalizados estar ligado à chamada Confederação Geral do Trabalho (CGT) Balcarce, vinculada ao governo.

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