Por bferreira

Rio - A presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem, pelo Twitter, que a terceira etapa do programa habitacional ‘Minha Casa, Minha Vida’ será lançada no dia 10 de setembro. A meta é contratar mais três milhões de unidades até o ano de 2018, fim do mandato da presidenta.

Durante visita a Maricá (RJ) na semana passada para inaugurar novas casas, Dilma disse que “não há hipótese” de o programa acabar, apesar das dificuldades econômicas enfrentadas pelo país. Nos próximos dias, a presidenta participará do lançamento de casas nas cidades de Boa Vista (RR) e São Luís (MA).

Na terceira fase, o programa terá uma nova faixa de financiamento, que ficará entre a faixa 1, que engloba famílias com renda até R$ 1.600 por mês, e a faixa 2, que abrange renda entre R$ 1.601 e R$3.275 mensais. A ideia da chamada faixa 1- FGTS é criar uma modalidade intermediária com a utilização de recursos do Fundo de Garantia. Ela iria beneficiar famílias com renda mensal entre R$ 1,2 mil e R$ 2,4 mil.

Em um evento de habitação ocorrido no mês passado, a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, afirmou que o mutuário que se enquadrar nesta nova categoria poderá comprometer até 27,5% da renda familiar com o financiamento da casa própria.

Segundo o Ministério das Cidades, desde a criação do programa, 2,3 milhões de moradias foram entregues, e 1,5 milhão de residências estão em construção. No Rio, foram 91.861 unidades, que contemplaram 367 mil pessoas. Criado em 2009, o ‘Minha Casa, Minha Vida’ financia imóveis populares para famílias de baixa renda, com subsídio de até 95% do valor da unidade.

Você pode gostar