Por paulo.gomes

Rio - Empreendimentos residenciais na área do Porto do Rio vão servir para dar equilíbrio ao grande enfoque direcionado à atividade comercial da região. O projetos residenciais para o local vão dar ênfase ao consumo e lazer.

Projeto urbanístico do Porto Rio abre espaço para o mercado imobiliário residencial pelo aumento das áreas para construção e pelos investimento em infraestrutura viáriaDivulgação

As construtoras investem em edificações com “diferentes tipos de uso”, de acordo com Vicente Giffoni, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA/RJ). Do contrário, sem pessoas morando, trabalhando, consumindo e sem opções de lazer na região, o bairro se tornaria uma réplica do que é hoje o Centro da cidade — com intenso fluxo de pessoas de segunda à sexta-feira, e abandonado nos fins de semana.

O novo projeto urbanístico está abrindo espaços para atuação do mercado imobiliário, não só pelo aumento do gabarito — área para construção —, mas pelos pesados investimento em infraestrutura viária.

A localização privilegiada, cercada de vias expressas, é outro fator de interesse das incorporadoras e construtoras voltadas para o público executivo.

No entanto, o engenheiro Carlos Eduardo Penna aponta que o processo deve seguir uma ordem, para que se atinja o objetivo de ‘criar fluxo’ nos arredores do Porto. “Primeiramente serão implantados projetos com foco no comércio, mas a eles deverão se seguir os residenciais”, comenta.

Giffoni acrescenta que, mesmo nas instalações corporativas, “as empresas devem ter a preocupação com tipologias pensadas para se integrarem ao passeio público”.

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