Décimo terceiro salário vira 'reforço' para aplicar um imóvel

Abono de Natal pode ser usado para complementar a parcela do financiamento, para construir ou reformar

Por O Dia

Rio - Novembro e dezembro são os meses mais aguardados por quem trabalha de carteira assinada, pois é neste período que as empresas depositam o 13º salário. Em vez de usar o dinheiro extra para pagar dívidas anteriores ou fazer novas contas, que tal aplicar na compra do imóvel ou na construção e reforma da unidade?

Segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, cerca de 3,7 milhões de brasileiros pretendem destinar parte do 13º salário para reformar a casa.

Connect%2C da MR2 e Martinelli%2C oferece unidades de quarto e sala na TaquaraDivulgação

Poupança das famílias

“O uso do abono de Natal tem a ver com a estratégia de poupança de cada família. Tudo começa com a vontade de conquistar o imóvel. Com isso, a pessoa deixa de fazer dívidas durante o ano, vai guardando outros extras como bônus e prêmios, além do 13º salário. Ele pode ser usado para complementar a parcela de um financiamento ou a prestação que é paga à construtora no caso de unidade na planta, além das intermediárias”, explica Mário Amorim, diretor-geral da Brasil Brokers no Rio.

Fellipe Pedro, diretor da agência de publicidade Minha Comunicação, lembra que a Leduca lançou empreendimento em dezembro do ano passado que teve 75% das unidades vendidas.

“Acredito que o 13º salário foi mais um fator positivo para este resultado. O interessado pode, por exemplo, dar lance maior no sinal e, proporcionalmente, ter maior desconto no valor final do imóvel”, frisa Pedro. A agência atende a sete construtoras que estarão com lançamentos até o fim do ano.

Linha de financiamento para construção ou reforma

O 13º salário também é um grande aliado para quem deseja construir ou reformar o imóvel, já que é possível contar com este dinheiro para quitar as prestações do financiamento de materiais de construção. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferece o cartão Construcard.

Segundo dados do banco, de janeiro a outubro deste ano a instituição somou mais de 250 mil contratos por esta linha de financiamento, dos quais 17.266 são do Rio.

O financiamento Construcard tem duas fases: utilização e amortização. A primeira é para a compra do material de construção. Durante esse período, que pode variar entre dois e seis meses, o cliente paga somente os juros das compras feitas. A segunda fase, que pode variar entre um e 238 meses, conforme relacionamento do cliente, é para o pagamento mensal das prestações até a quitação do contrato. As taxas de juros variam de 1,50% a 2,33%.

Espaço fitness do J Fernandes%2C residencial da Revori em Campo GrandeDivulgação

Aproveitando a época, o banco promoveu recentemente a primeira semana Construcard, com condições facilitadas nas compras feitas com o cartão nos estabelecimentos participantes.

Empreendimentos para todos os perfis

Durante o mês de dezembro, a Fmac está com campanha no Village de Capri, em Jacarepaguá. O condomínio de 96 unidades, que está pronto para morar, tem entrada a partir de R$ 9.709 e 90% do imóvel financiado pela Caixa.

“Oferecemos esta condição especial para beneficiar o uso do 13º salário”, afirma Rodolfo Machado, diretor da Fmac.

Na Taquara, as construtoras MR2 e Martinelli lançaram o Connect Life — Work — Trade, complexo multiuso com 390 unidades, das quais 120 são de residenciais, sendo a maior parte de quarto e sala.

Os imóveis têm preços a partir de R$ 193 mil e o empreendimento contará ainda com serviços pay-per-use (pague somente se usar), lazer com opção de mais de 25 itens e segurança 24 horas.

Já em Campo Grande, a Revori oferece o J Fernandes, com 28 unidades entre apartamentos de três quartos e coberturas com quatro quartos. As unidades têm preços a partir de R$ 425 mil.

Últimas de _legado_Imóveis