Construtoras apostam em terrenos próximos das estações de metrô

Deslocamento mais fácil valoriza empreendimentos construídos localizados perto das estações

Por O Dia

Rio - Contar com o metrô na porta de casa para trabalhar ou estudar é o sonho de muitas famílias. O meio de transporte facilita o dia a dia e evita o desperdício de tempo com os engarrafamentos. Atentas a este fato, construtoras investem em terrenos que estejam bem próximos às estações do metrô.

Varanda do condomínio Station Residencial%2C lançamento em Maria da GraçaDivulgação

“A praticidade que o transporte público proporciona a uma região a qualifica. Com o metrô não é por menos. Um bom exemplo disso acontece com a Barra da Tijuca. Percebemos que a chegada do metrô por lá já está ajudando na liquidez dos imóveis”, explica Mario Amorim, diretor geral da Brasil Brokers Rio de Janeiro.

O mesmo efeito também acontece na Zona Norte. Em Maria da Graça, a Leduca entregou em 2013 o Facilità, residencial com 129 unidades. Para se ter ideia, no lançamento, as unidades foram comercializadas a partir de R$ 119 mil. Hoje, estes imóveis valem cerca de R$ 300 mil.

“Essa valorização e interesse têm forte influência da facilidade de locomoção que o metrô proporciona”, ressalta Paulo Marques, presidente da empresa. No mesmo bairro, a CTV vai lançar este mês o Station Residencial, que leva este nome por estar a 300 metros da estação do metrô da região. O empreendimento terá 24 unidades, entre apartamentos e coberturas. “O cliente terá conforto, lazer completo, segurança e opções de deslocamento a todos os pontos da cidade”, explica Felipe Videira, diretor da CTV.

Próximo à estação de Del Castilho, a Living lançou o Vidamerica Clube Residencial. Já em Triagem, a PDG tem o Unique Residencial. “Facilidade de transporte hoje em dia é essencial em cidades em que o trânsito anda cada vez mais complexo como o Rio de Janeiro. Os consumidores estão mais exigentes nesse aspecto e a proximidade com o metrô é algo que agrega valor ao imóvel. Um empreendimento perto do metrô é mais fácil de vender”, afirma Cláudio Hermolin, diretor regional da PDG no Rio.

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