Confira como reduzir a cota condominial este ano

Despesas podem cair até 60% com a conscientização dos moradores

Por O Dia

Rio - Cortar custos continua a principal meta para o ano novo, principalmente, quando o assunto é despesas de condomínio. Este custo no Brasil aumentou quase 8% no último ano, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma conta cada vez mais pesada no orçamento que leva as famílias a um esforço extra para driblar gastos e estabelecer um equilíbrio maior nas despesas mensais.

O custo condominial aumentou quase 8% no último ano%2C segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Divulgação

Por isso, entender quais são as despesas envolvidas nessa operação ajuda o condômino a julgar se está pagando um valor justo ou não. E principalmente a aprender a interferir nos cálculos para redução de gastos. Pensado nisso, a Irigon, empresa especializada em administração de condomínios e locações de imóveis, lançou um serviço de orientação aos síndicos que pode ajudar a reduzir os gastos em até 60%.

O economista e diretor-executivo da empresa, José Carlos Siqueira, esclarece que a taxa condominial varia de acordo com fatores como uso de água e luz, contratações, manutenções e inadimplência.

“Os valores cobrados são definidos a partir de diversos critérios, como o número de moradores, funcionários e os itens de lazer”, diz José Carlos.

Outra recomendação é fazer a previsão orçamentária e apresentá-la em assembleia logo no início do ano. No estudo, tem que ser sugerido possível aumento para ser votado. O especialista ressalta que a economia nas despesas dos prédios não depende só do síndico. É possível baratear contas seguindo dicas simples com a ajuda de todos os condôminos.

Veja as dicas

Priorize a manutenção preventiva para fugir de gastos extras.

Faça as autovistorias, como determina a Lei 6.400. A inspeção deve ser realizada nas dependências do prédio, mais especificamente em toda a sua estrutura do condomínio.

Programe rodízio dos elevadores nos horários de menor movimentação.

Faça a medição individual da água. Assim, cada morador paga pelo que consome e rateia apenas os gastos nas áreas comuns do prédio.

Verifique os vazamentos para evitar desperdício.

Se possível, implemente um sistema de reaproveitamento da água da chuva.

Utilize lâmpadas econômicas, do tipo LED, e bombas com baixo custo.

Use sensores de presença, que podem economizar até 50% da energia local.

Revise os contratos de prestação de serviço. Alguns têm condições desfavoráveis que podem ser renegociadas ou rescindidas.

Fique atento a escala de trabalho dos funcionários para evitar horas extras.

Fonte: Irigon

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