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Alemanha descarta participar de ataque internacional contra Síria

Pelas posturas irreconciliáveis, de um lado, EUA, Reino Unido e França, por outro, China e Rússia

Por juliana.stefanelli

Berlim (Alemanha) - A Alemanha não vai participar de um ataque militar internacional contra a Síria, afirmou seu ministro das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, em uma entrevista ao jornal local "Neue Osnabrücker Zeitung". Suas declarações, divulgadas pouco depois da rejeição do Parlamento britânico a intervir, contrastam com a convicção de Paris e Washington de seguir adiante com a intervenção externa.

"Uma participação desse tipo não foi nem solicitada nem oferecida por nossa parte", assegurou o chefe da diplomacia alemã ao ser perguntado a respeito, segundo trechos divulgados nesta sexta-feira da entrevista que será publicada amanhã na íntegra. Westerwelle argumentou que a Constituição alemã e a jurisprudência nacional estabelecem fronteiras claras nesse âmbito.

Protesto na Alemanha contra intervenção militar na SíriaEFE

O caminho a seguir, acrescentou o ministro, é conseguir uma "posição comum" do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o que foi impossível até o momento - após mais de dois anos de guerra civil na Síria - pelas posturas irreconciliáveis de, por um lado, Estados Unidos, Reino Unido e França e, por outro, Rússia e China. Além disso, Westerwelle destacou que Berlim espera que "o trabalho dos inspetores das Nações Unidas termine o mais rápido possível", para avançar sobre provas concretas.

O governo alemão está trabalhando, como testemunham os intensos contatos internacionais das últimas 48 horas, para que a comunidade internacional dê uma "resposta clara" ao suposto ataque com gás venenoso do regime de Bashar al Assad, reiterou hoje em entrevista coletiva o porta-voz do Executivo, Steffen Seibert. A comunidade internacional deve manter uma "postura clara" diante de um "crime que não pode ficar sem consequências" e que "muito provavelmente" foi orquestrado por membros do regime, segundo o porta-voz.

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Berlim (Alemanha) - A Alemanha não vai participar de um ataque militar internacional contra a Síria, afirmou seu ministro das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, em uma entrevista ao jornal local "Neue Osnabrücker Zeitung". Suas declarações, divulgadas pouco depois da rejeição do Parlamento britânico a intervir, contrastam com a convicção de Paris e Washington de seguir adiante com a intervenção externa.

"Uma participação desse tipo não foi nem solicitada nem oferecida por nossa parte", assegurou o chefe da diplomacia alemã ao ser perguntado a respeito, segundo trechos divulgados nesta sexta-feira da entrevista que será publicada amanhã na íntegra. Westerwelle argumentou que a Constituição alemã e a jurisprudência nacional estabelecem fronteiras claras nesse âmbito.

Protesto na Alemanha contra intervenção militar na SíriaEFE

O caminho a seguir, acrescentou o ministro, é conseguir uma "posição comum" do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o que foi impossível até o momento - após mais de dois anos de guerra civil na Síria - pelas posturas irreconciliáveis de, por um lado, Estados Unidos, Reino Unido e França e, por outro, Rússia e China. Além disso, Westerwelle destacou que Berlim espera que "o trabalho dos inspetores das Nações Unidas termine o mais rápido possível", para avançar sobre provas concretas.

O governo alemão está trabalhando, como testemunham os intensos contatos internacionais das últimas 48 horas, para que a comunidade internacional dê uma "resposta clara" ao suposto ataque com gás venenoso do regime de Bashar al Assad, reiterou hoje em entrevista coletiva o porta-voz do Executivo, Steffen Seibert. A comunidade internacional deve manter uma "postura clara" diante de um "crime que não pode ficar sem consequências" e que "muito provavelmente" foi orquestrado por membros do regime, segundo o porta-voz.

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