Por joyce.caetano

Moscou - A Rússia está preparando a transferência para São Petersburgo de 30 ativistas do Greenpeace que estão detidos por causa de um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico, disse o grupo ambientalista na sexta-feira.

Os detentos, incluindo uma ativista brasileira e dois jornalistas, foram acusados de vandalismo por causa do protesto de 18 de setembro, quando os ativistas tentaram escalar a primeira plataforma de petróleo russa no Ártico, chamada Prirazlomnaya, que pertence à empresa estatal Gazprom.

Nenhum representante do Comitê Investigativo da Rússia, que comanda o caso, foi localizado para comentar, e não está clara a razão da transferência, mas o presidente do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo, disse que agora os parentes e autoridades consulares terão maior facilidade de acesso aos presos.

"Os detidos não deveriam estar na cadeia", disse ele em comentários distribuídos pelo Greenpeace. "Eles são prisioneiros de consciência que atuaram por determinação para proteger a todos nós, e deveriam estar livres."

Reportagem de Gabriela Baczynska

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