Nova York aperta o cerco ao uso de cigarros eletrônicos

Apesar de protestos, vereadores proíbem consumo em locais fechados

Por O Dia

Usuário de cigarro eletrônico protesta contra proibição em NYReuters

EUA - Visto como alternativa para fumantes diminuírem o vício em tabaco, o cigarro eletrônico (também chamado de e-cigarette) promete provocar discussões pelo mundo. Em lei que deve ser sancionada pelo prefeito Michael Bloomberg, os legisladores de Nova York, por exemplo, acabam de proibir o seu uso em locais fechados — como já acontece com o cigarro tradicional há mais de dez anos. Enquanto isso, o Reino Unido estuda considerá-lo como alternativa no tratamento do tabagismo.

Em Nova York, os legisladores interpretaram que liberar o uso do cigarro eletrônico poderá abrir caminho para um retrocesso no combate ao consumo de tabaco. Durante a votação da lei, muitos usuários do e-cigarette fizeram um protesto, sem sucesso.

Já a Inglaterra tem considerado uma política diferente para o e-cigarro. No Aeroporto de Heathrow, próximo a Londres, existe até área própria para seu consumo. E o restante da Europa ainda vê o seu consumo com reservas. A França, por exemplo, tende a proibi-los.

Entre os defensores da saúde e os da liberdade individual está uma indústria que, somente nos EUA, movimenta US$ 1,7 bilhão. É um mercado e tanto, mas que não ameaça as vendedoras de tabaco, montadas em saudáveis US$ 90 bilhões de receitas anuais.

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