Por thiago.antunes
Síria - Mais de mil pessoas, em sua maioria combatentes, morreram na Síria nas últimas duas semanas, segundo o o Observatório Sírio de Direitos Humanos, ligado à oposição. O aumento da violência, diz a organização, é consquência da reivalidade entre rebeldes antigoverno e jihadistas ligados a Al-Qaeda, que antes eram aliados contra o governo do presidente Bashar Al-Assad.
No período, foram registardas 1.069 mortos, sendo 608 rebeldes e 312 membros do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (grupo vinculado à Al-Qaeda) e 130 civis, disse a entidade.
O conflito se acirrou no início do mês, após forte repressão da polícia contra protestos pacíficos. As manifestações culminaram em levante contra a Al-Assad.
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Agora, grupos contrários ao governo, como os rivais de forças rebeldes de Alepo, ligada à Al Qaeda, e a Frente Islâmica uniram forças para combater o Estado Islâmico do Iraque e do Levant
Os confrontos internos entre os grupos de oposição tem afetado as principais regiões sob controle rebelde na Síria. As províncias centrais de Homs e Hama registraram alguns confrontos isolados, mas a maioria dos embates fica concentrada nas nas províncias no norte e leste de Alepo, Raqqa, Idlib e Deir al-Zor.