Por bferreira
Publicado 14/02/2014 23:30

Estados Unidos - O interesse pelo sexo não desaparece com o passar dos anos. Pelo contrário: pesquisadores norte-americanos constataram que a vida sexual é considerada importante pela grande maioria (60%) das mulheres na faixa etária dos 40 aos 65 anos.

O estudo é da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia (Estados Unidos). Em 2005, os pesquisadores começaram a analisar 602 mulheres e, depois de quatro anos, classificaram 354 delas como sexualmente ativas. No oitavo ano da pesquisa, 85% continuaram desta forma, segundo um relatório publicado na revista ‘JAMA Internal Medicine’.

No total, 10% das mulheres estudadas consideravam o sexo extremamente importante e 50%, moderadamente importante. Para cerca de 20%, não era muito importante. As demais não responderam à questão.

“Há esta percepção social de que, conforme a mulher envelhece, o sexo se torna desimportante ou que a mulher simplesmente para de fazer sexo com a idade. Pelo nosso estudo, nos parece que a maioria das mulheres continua a ter uma vida sexualmente ativa”, explicou ao jornal ‘Daily Mail’ a pesquisadora Holly Thomas, que aponta este fator como principal para manter o desejo sexual ao longo da vida.

As mulheres que consideraram o sexo muito importante tiveram três vezes mais chances de permanecerem sexualmente ativas, em comparação com as que não consideravam a prática relevante. Segundo o estudo, sexualmente ativa para o grupo de 48 a 73 anos significa pelo menos uma relação nos últimos seis meses.

Segundo a pesquisadora, outro estudo apontou uma vez por mês como média para esta faixa etária. “A vida sexual da mulher pode mudar com o tempo, mas isso não necessariamente significa que o sexo não é importante ou que ela não gosta de sexo”, afirmou Holly.

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